|
|
|
ANS
espera fechar acordo para planos antigos esta semana.
|
|
Saúde:
Liminares limitam em 11,75%
|
|
FABIANA
FUTEMA
da Folha Online
A ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar) espera fechar na próxima
semana um acordo para o reajuste dos planos
de saúde antigos --assinados antes da lei
de 1998 do setor. O acordo seria costurado
entre representantes do Ministério da Justiça,
da ANS e da Fenaseg (Federação Nacional
das Empresas de Seguros Privados e de
Capitalização).
Segundo a diretora de fiscalização da ANS,
Maria Stella Gregori, todos os lados querem
chegar a um consenso sobre o percentual que
será aplicado aos contratos antigos.
"Estamos tentando chegar a um acordo
que seja de bom termo. Esperava-se que esse
acordo fosse fechado nessa semana. Mas não
é uma negociação fácil. Ainda estamos
conversando e o caso ficou para a próxima
semana", disse a diretora da ANS.
O impasse sobre o reajuste dos planos
antigos surgiu no começo do mês, quando as
operadoras de saúde chegaram a enviar
boletos de cobrança com reajustes de até
82% para os usuários.
As empresas alegam que a decisão do STF
(Supremo Tribunal Federal) de agosto liberou
o setor de seguir os reajustes anuais
fixados pela ANS. Neste ano, por exemplo, o
reajuste autorizado para os contratos novos
foi de 11,75%.
No entanto, a ANS informa que a decisão do
STF não é retroativa. "As empresas
estão querendo repassar para os usuários
mais do que o reajuste anual. Esses
reajustes de até 82% embutem diferenças
retroativas de reajuste", disse
Gregori.
Desequilíbrio
A diretora de fiscalização da ANS disse
que as carteiras de saúde antigas
"possuem desequilíbrios
financeiros".
"Existe um problema de desequilíbrio.
Mas que não pode ser solucionado com o
reajuste anual", afirmou.
Segundo ela, as liminares concedidas pela
Justiça limitando os reajustes dos planos
de saúde a 11,75% devem ser cumpridas pelas
empresas. "Enquanto o caso está em
negociação, as empresas que foram alvo de
liminar têm de enviar boletos de cobrança
conforme determinado pela Justiça."
Nos casos em que não há liminar, a ANS
recomenda que o usuário pague a mensalidade
do plano de saúde, sob risco do contrato
ser rompido unilateralmente pela operadora.
"O valor pode ser pago em juízo ou em
cheque. Quem discordar, pode escrever no
verso do cheque que discorda do valor e
tirar uma cópia do documento", disse
Gregori.
Consulte
o depto de Saúde da Luma Seguros para
solicitar orçamentos de planos de saúde.
Peça um
orçamento clicando
aqui
ou pelo
email: armando@lumaseguros.com.br
ou ainda
ligue: 11 4127 0305.
|
|
|
|
Juros
nos contratos de seguro.
|
|
Cias
operam com juro zero para até 4 parcelas
Fonte
segs.com.br
|
|
Contrato pago em
4 parcelas é isento
Estudo realizado
pelo consultor Francisco Galiza para o
Sindicato dos Corretores de Seguros de São
Paulo (Sincor-SP) conclui que, em geral, as
seguradoras estão operando com juro zero
nos contratos de seguro de automóvel com
pagamento parcelado em até quatro vezes.
Segundo a
pesquisa, nas apólices fracionadas entre
cinco e sete mensalidades, as empresas
cobram taxa de 3,3%, elevando-a para 4%
quando o seguro é quitado em oito a dez
parcelas. Francisco Galiza explica que o
estudo não calculou a importância média
cobrada nos contratos que são liquidados
acima de dez parcelas, `porque poucas
seguradoras oferecem essa opção ao
consumidor`.
Ele acrescenta
que o meio de pagamento influencia o juro
cobrado, na seguinte ordem, embora variável:
cartão de crédito, boleto bancário, débito
em conta corrente e cheque pré-datado.
Ou seja
custa menos pagar o seguro com débito
bancário e cheque pré-datado, visto que
normalmente há cobrança de taxa extra para
cobranças via boleto bancário e cartão de
crédito.
|
|
|
|
|
|
|
|

|
|
Seguro Notebook,
LapTop e PalmTop:
Proteção para seu equipamento onde quer
que você esteja.
Simule um
cálculo e contrate, clique
aqui.
|
|
|